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MOSTRATEC 2014 NOVO HAMBURGO-RS

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SBPC 2015 em SÃO CARLOS-SP

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MILSET BRASIL 2015/FORTALEZA-CE

Professores, pesquisadores e estudantes interessados em apresentar trabalhos científicos no formato pôrster......

Loja virtual completa e barata

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Cientistas reproduzem anticorpo capaz de neutralizar o HIV

A escultura representa um anticorpo muito especial em ação. Na parte de baixo, vê-se uma longa fita enrolada. Ela é o pedaço do vírus HIV que ataca as células humanas e provoca a Aids. Já o pedaço de cima é o anticorpo apelidado de 3BNC117. Na representação, ele está neutralizando o HIV. "Ele bloqueia o vírus, bloqueia o receptor do vírus que vê a célula humana. Então, o vírus não consegue entrar na célula", explica Michel Nussenzweig, cientista.
O anticorpo foi criado pelo sistema imunológico de uma pessoa soropositiva mas que não desenvolveu a Aids, um caso raríssimo.
O anticorpo foi isolado e depois clonado no laboratório do cientista brasileiro Michel Nussenzweig, na Universidade Rockefeller, em Nova York. O estudo, que foi publicado nesta quarta-feira (8) na revista científica Nature, mostra que o tratamento com esse anticorpo pode reduzir radicalmente a presença do vírus HIV no organismo.
A pesquisa foi liderada por outra cientista brasileira, Marina Caskey. O 3BNC117 foi injetado em 17 pacientes soropositivos, e 12 soronegativos. Cada um recebeu apenas uma dose. Nos portadores de HIV, em uma semana a quantidade de vírus no organismo caiu em até 99%. Mas o efeito não foi duradouro. Como normalmente o corpo humano não consegue produzir esse anticorpo o vírus gradualmente voltou.
Nas pessoas soronegativas, o objetivo foi verificar se haveria alguma reação prejudicial ao anticorpo, o que não aconteceu. "A gente está mostrando pela primeira vez que essa classe de drogas, que são chamadas  anticorpos que são neutralizantes, pela primeira vez a gente está mostrando que ela tem atividade significante em pessoas que são infectadas com HIV que ainda não estão em tratamento", afirma a cientista Marina Caskey.

A próxima etapa da pesquisa, que começará ainda este ano, envolverá um número maior de pacientes e várias doses do anticorpo, na esperança de que ele eventualmente elimine o vírus HIV do organismo das pessoas infectadas. Ainda é cedo para falar em cura, mas esse é o objetivo.

Fonte: g1.globo.com; acesso em 09 de abril de 2015.

Brasileira cria sensor que descobre câncer antes dos sintomas e sem biópsia

Detectar um câncer antes mesmo de qualquer sintoma surgir, sem biópsia ou procedimentos invasivos, pode ajudar muito no tratamento da doença. Agora, os primeiros passos em direção a essa novidade foram dados por uma brasileira, a cientista brasiliense Priscila Monteiro Kosaka, 35 anos, doutora em Química e integrante do Instituto de Microeletrônica de Madri.
Kosaka criou um sensor ultrassensível que descobre a doença a partir de um exame de sangue, usando uma técnica chamada de bioreconhecimento, que também poderá ser usada no diagnóstico de hepatite e Alzheimer.
Segundo ela, o sensor é inovador porque consegue detectar uma amostra muito pequena em meio a milhares de células, coisa que nenhum outro biomarcador conseguia até então.
Funciona como um mini trampolim, com anticorpos na superfície, que quando "captam" a presença do câncer na amostra de sangue reagem e se tornam mais pesados. O dispositivo faz com que haja uma mudança de cor das partículas. "A superfície do trampolim muda de cor e brilha muito, como se fosse uma árvore de Natal", explica. 
O dispositivo possui uma taxa de erro de dois a cada 10 mil casos.
Fase de testes
Kosaka ressalta que a descoberta está sendo testada há quatro anos, mas ainda falta o teste com amostras de doentes e com biomarcadores de última geração. E antes de chegar ao mercado, é preciso baixar o seu custo. A previsão é de que isso só aconteça dentro de dez anos.
Mas a ideia é que o dispositivo tenha um custo acessível e seja utilizado por meio de exames de rotina, dispensando assim o procedimento da biópsia. 

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil tem 576 mil casos de câncer por ano. O câncer de pele do tipo não melanoma (182 mil casos novos) é o mais incidente na população brasileira, seguido pelos tumores de próstata (69 mil), mama feminina (57 mil), cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil), estômago (20 mil) e colo do útero (15 mil).

Fonte:noticias.uol.com.br; acesso em 10 de abril de 2014.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Acreana ganha prêmio internacional por pesquisa sobre câncer

Joema Felipe Lima, 35, é ex-professora da Universidade Federal do Acre. Médica é a única brasileira da equipe que realiza pesquisa em Toronto.

Os tratamentos de câncer de mama e o uso da quimioterapia podem sofrer alterações, graças ao estudo realizado por um grupo de pesquisadores da Ontario Institute of Cancer Research, em Toronto, no Canadá. A acreana Joema Felipe Lima, de 35 anos, é a única médica brasileira do estudo e sua equipe ganhou, no dia 21 de março, um prêmio internacional no 14ᵒ St. Gallen International Breast Cancer Conference. Natural de Rio Branco, Joema se formou em medicina na Universidade Federal do Pará (UFPA) e por um ano foi professora da Universidade Federal do Acre (Ufac).

          No estudo intitulado 'Luminal A vs Luminal B: Impact of different St.Gallen Ki67 and PgR cut points in the TEAM study' eles avaliaram o método de separação dos pacientes com câncer de mama, que normalmente são divididos em luminal A (menos agressivo) e luminal B (mais agressivo), usando como base um biomarcador de proliferação chamado Ki67, que no caso é uma proteína. Foram avaliados 3.790 pacientes. "Existem estudos e instituições que querem dividir câncer de mama com receptor de estrogênio em dois grupos: luminal A e luminal B. Nossos dados e nosso questionamento é se essa dicotomização pode realmente ser feita, uma vez que o câncer de mama é muito heterogêneo e, entre esses tumores, existem nuances de gravidade. Não é pranco ou preto", explica.

      Para ela, a pesquisa é importante porque muitas vezes os pacientes acabam recebendo o tratamento de quimioterapia sem necassidade. "Quando se categoriza as pacientes como luminal B, ela recebe quimioterapia. O que estamos questionando é se essa categorização, baseada nos valores de Ki67, serve para a paciente. Eu acredito que não, porque esses valores são arbitrários e não refletem o comportamento biológico do tumor e ainda faz a paciente receber tratamento quimioterápico sem necessidade", afirma. Por conta desse e outros estudos, o congresso, em que os pesquisadores foram premiados, decidiu abandonar os antigos conceitos do uso do biomarcador para determinar o tratamento de quimioterapia. "O estudo ganhou o prêmio de primeiro lugar justamente por desafiar o status e a maneira com que outros pesquisadores enxergam a doença", diz Joema.

        Ela acredita que, gradativamento, haverá mudanças na hora de determinar quem deve ou não receber o tratamento em quimioterapia. "O consenso [da Conferência] lança orientações que podem ou não serem seguidas pelas instituições. Relacionando ao meu trabalho, o paciente deverá ter um Ki67 maior ou igual a 30% do tumor para ser considerado luminal B", explica.

Fonte: g1.globo.com

terça-feira, 31 de março de 2015

Açaí vai fundo, bem fundo… Até os ossos!

Créditos: Liana John - 12/02/2015

Lipídios do bem, com muita energia; fibras; proteínas; minerais importantes como potássio, manganês, cobre, boro, cromo; um pouco de vitamina B1 e uma bela dose de vitamina E, aquela que é antioxidante e elimina os radicais livres do envelhecimento. Essa lista toda de boas propriedades nutricionais e mais um toque extra de antocianinas – as amigas do coração – garantem a fama da polpa de açaíentre atletas e consumidores preocupados com a saúde.
Mas as qualidades do fruto do açaizeiro (Euterpe oleracea) não param por aí. O açaítambém serve de base para novos biopolímeros com aplicações médicas, muito promissoras na regeneração óssea. E esse tipo de uso se deve à feliz mistura de paixão de infância (pela polpa de açaí) com curiosidade científica, da engenheira química Carmen Gilda Barroso Tavares Dias, doutora e pós-doutora em Ciência e Engenharia de Materiais e pesquisadora da Universidade Federal do Pará (UFPA).
Há muitos anos, Carmen esmiúça os caroços de açaí com a ajuda de uma dezena de alunos de pós-graduação, para conhecer as características e as propriedades de cada um de seus componentes. O objetivo é estudar possíveis usos para a montanha de resíduos que se acumula nos centros de beneficiamento do açaí, após a retirada da polpa.
“Em minha formação, trabalhei com plásticos termorrígidos para aeronaves, mas, com o tempo, aqui no Instituto de Tecnologia da UFPA, acabamos recebendo muitas demandas de médicos. Eles queriam saber o tempo de validade de produtos de poliuretano e materiais hospitalares. Daí surgiu a ideia de trabalhar na área biomédica”, conta a pesquisadora. Ela então buscou uma parceira com Cecília Amélia de Carvalho Zavaglia, que já desenvolvia biomateriais para auxiliar na reabilitação de tecidos ósseos, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). E esta colaboração resultou no biopolímero à base de caroço de açaí, ainda em desenvolvimento e testes no Biofabris, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) voltado para Biologia Molecular e Biomateriais, localizado na Unicamp.
O processo de fabricação do biopolímero tem várias etapas: após a retirada da polpa, os caroços do açaí passam por uma máquina que separa fibras e borra das sementes secas, que contém açúcares e óleo. Dessas sementes é extraído um tipo de açúcar, o polil, que é modificado e transformado em poliuretano, após a adição de hidrogênio e isocianeto. Depois são acrescentadas nanopartículas de hidroxiapatita, substância composta de fosfato de cálcio, como os ossos.
“As células ósseas aproveitam esse biomaterial como matéria prima para a regeneração. É como se entregássemos o que essa célula precisa para construir sua ‘casinha’ ou ‘caverninha’, já com a geometria apropriada, com o cálcio e o fósforo (hidroxiapatita) disponíveis”, compara a especialista. O biomaterial é poroso, rígido, estimula a regeneração óssea e ainda é biorreabsorvível, quer dizer, ele promove o crescimento de tecido ósseo e depois é reabsorvido pelo organismo, dispensando cirurgia de retirada do implante, como ocorre com pinos ou implantes metálicos.
Outra grande vantagem deste biopolímero de açaí é o custo, cerca de cinco vezes menor do que o da biocerâmica, por exemplo. Isso se deve, em parte, ao fato de a principal matéria-prima ser de origem vegetal e, portanto, um recurso renovável. Mas a cadeia produtiva de polpa de açaí também contribui para o baixo custo, na medida em que disponibiliza os tais montes de caroços nos centros de beneficiamento, como é o caso de Belém, onde fica o Instituto de Tecnologia da UFPA, no qual trabalham Carmen Dias e sua equipe.
Para chegar aos hospitais, o biopolímero de açaí ainda precisa passar por diversos testes, como o de estabilidade em longo prazo. Mas já demonstrou ter boas qualidades mecânicas e ser biocompatível. Isso significa mais facilidade de adaptação do paciente à prótese ou ao enxerto e menos chances de rejeição do organismo. O novo biomaterial ainda pode ser fabricado camada por camada, a partir de imagens produzidas por tomografia, de modo a se produzir uma peça de encaixe perfeito para o lugar onde falta o osso ou onde há um defeito a se corrigir. Sua resistência, porém, é limitada. Assim, as aplicações mais recomendáveis são as reconstituições dos ossos da face e do crânio. Para ossos submetidos a esforços mecânicos, peso e pressão – como o fêmur – o material mais indicado continua sendo o titânio.
Os recursos para as pesquisas com o biopolímero à base de açaí vêm de diversos órgãos de financiamento, como as fundações de amparo à pesquisa dos estados de São Paulo e do Pará (Fapesp e Fapespa), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes). Mas o mérito de juntar tais recursos com boas ideias e conhecimento científico, em favor da sociedade, é mesmo da apaixonada por açaí, Carmen Dias. Apaixonada até os ossos, pelo jeito!
Foto: Liana John (frutos de açaí)

Fonte: planetasustentavel.abril.com.br

quarta-feira, 25 de março de 2015

Mais uma vez o Pará irá com força para um evento científico

O Pará teve 12 trabalhos selecionados para exposição na MILSET Brasil, evento que reúne projetos de alunos do Ensino Fundamental, Médio e Superior representantes de todos os Estados do nosso país, além de projetos internacionais de diversos países convidados, credenciados pela MILSET Internacional. Seis dos trabalhos selecionados são do município de Abaetetuba, do Colégio São Francisco Xavier, do Clube de Ciências de Abaetetuba e do IFPA Campus Abaetetuba.
O IFPA Campus Abaetetuba obteve aprovação de dois trabalhos no evento. Em nível Superior, o projeto “História em Quadrinhos: uma nova forma metodológica no processo ensino - aprendizagem de Biologia” e no nível técnico “Reaproveitamento das descargas de motos, para a redução da poluição sonora e atmosférica das embarcações Ribeirinhas do Baixo Tocantins”.
O projeto do Aluno do Campus Anderson Silva dos Santos “Filtro separador e redutor de poluentes gasosos utilizado em escapamento de ônibus, com ação do carvão do caroço de açaí (Euterpe oleracea) ativado fisicamente com vapor d’água”, do Clube de Ciências de Abaetetuba, também obteve a classificação no evento.
O Evento é realizado pela MILSET no Brasil com o apoio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará – IFCE, Universidade Estadual do Ceará – UECE e do MOCINN – Movimento Científico Norte e Nordeste.
Os trabalhos aprovados poderão expor na III Expo Milset Nacional Brasil no período de 26 a 29 de Maio de 2015, na Cidade de Fortaleza - Ceará.
Confira AQUI a lista dos Projetos Classificados e a programação do evento.

Fonte: www.abaetetuba.ifpa.edu.br

sábado, 21 de março de 2015

Estado do Pará se destaca na FEBRACE 2015

Mais uma vez o estado do Pará mostra sua força quando relacionado à pesquisa científica, com a presença de 9 projetos na Feira Brasileira de Ciência e Engenharia FEBRACE 2015 em São Paulo, Capital, o Pará foi bem representado no evento, que contou com a participação 295 projetos de todo o Brasil. E no ultimo dia 21 de março aconteceu a cerimonia de premiação na tenda da FEBRACE localizada na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – USP, onde alunos de Abaetetuba, Igarapé-Miri e Moju, foram premiados.

O aluno Anderson Silva dos Santos do Instituto Federal do Pará IFPA – Campus Abaetetuba e Clube de Ciência de Abaetetuba, foi Premiado em 2º lugar na Categoria de Engenharias e também recebeu premio destaque onde vai publicar seu artigo cientifico na revista ECO 21, além disso foi credenciado à participar da 30ª edição da Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia MOSTRATEC 2015 que vai ocorre no mês Outubro em Novo Hamburgo-RS, seu orientador recebeu o premio menção honrosa graças ao desempenho e esforço do aluno. Além de Anderson, outros trabalhos de Abaetetuba foram premiados no evento, as alunas, Larissa dos Santos Brito, Fernanda Correa e Correa; Suely Ribeiro Ferreira do IFPA Campus Abaetetuba, ganharam um premio destaque internacional já a aluna Ellen Gaia Dias da Silva do Clube de Ciência de Abaetetuba, recebeu o premio destaque da Marinha do Brasil em 1º lugar, sendo então contemplada com um notebook da marca positivo.

Foto: Gilberto Silva
Foto: Gilberto Silva
Outro município que também foi bem representado é Igarapé-Miri, que contou com a presença de 3 projetos onde dois deles foram premiados, Maurio Pantoja, recebeu o 3º lugar na área de Ciências Aguarias e premio destaque da USP. Também os alunos, Marcos Júnior Da Costa Oliveira, Samuel De Almeida Costa Barbosa, Edinei Pinheiro Tourão, foram premiados em 4º lugar em Agrarias e credenciamento para feiras dentro do pais.

Foto: Gilberto Silva
Foto: Gilberto Silva
O município de Moju não ficou de fora da noite de gala do estado do Pará na mostra Cientifica e Tecnológica na USP em São Paulo-SP, apesar de ter apenas um único projeto no evento, as alunas, Karolayne Santos Moraes, Andreza Rodrigues Progenio, mostraram dedicação e esforço e receberam o premio destaque da Sociedade Brasileira de Microbiologia, assim confirmando cada vez mais a força do Baixo Tocantins nesses eventos científicos que ocorrem durante o ano no Brasil e no Mundo. 

Foto: Gilberto Silva

segunda-feira, 16 de março de 2015

Mostra de Tecnologia reúne jovens cientistas de todo o Brasil

Jovens cientistas de todo o país apresentam suas soluções inovadoras para problemas do dia a dia na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, entre os dias 17 e 19 de março. A iniciativa, que conta com nosso patrocínio há dez anos, tem por objetivo estimular, ainda na educação básica, a criatividade e o espírito empreendedor dos estudantes.
A mostra de finalistas reunirá cerca de 300 projetos de jovens de até 21 anos do ensino médio e técnico da rede de ensino pública e privada. Os estudantes concorrem nas categorias Ciências Agrárias, Ciências Biológicas, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Humanas, Ciências da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas e Engenharia. Um júri especializado avaliará os trabalhos expostos e elegerá os melhores. Serão premiados, na cerimônia de encerramento (20/04), quatro projetos de cada categoria. Dentre os escolhidos, saem os representantes do Brasil que participarão de feiras internacionais de ciências.
No dia 17, o gerente setorial da nossa Regional de Comunicação São Paulo – Sul, Marcos André Costa, nos representará na cerimônia oficial de abertura da feira.
Durante o evento, contaremos com um estande aberto à visitação. No espaço serão exibidos vídeos do Petrobras de Perto com temas relacionados ao uso da tecnologia no cotidiano, como reuso da água, carro elétrico, captura de carbono, prototipagem via impressoras 3D, gás verde, entre outros. Os estudantes receberão exemplar da Revista Conhecer e os professores, material promocional da nossa plataforma Quem Sabe. 
Outro destaque da programação será a palestra sobre o nosso programa Profissões de Futuro que será realizada em duas sessões no dia 19.

O evento é realizado na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP) – Av. Professor Luciano Gualberto, travessa 3 nº380, na Cidade Universitária. A programação completa está disponível no site da Febrace.
Sobre a Febrace
A Feira Brasileira de Ciências e Engenharia - FEBRACE é um movimento nacional de estímulo ao jovem cientista, que todo ano realiza, na Universidade de São Paulo, uma grande mostra de projetos.
O programa assume importante papel social, incentivando a criatividade e a reflexão em estudantes da educação básica, por meio do desenvolvimento de projetos com fundamento científico, nas diferentes áreas das ciências e engenharia.
Postado em: [Sociedade e Meio Ambiente, Tecnologia e Inovação]
Fonte: Petrobras disponível em; www.petrobras.com.br
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